sábado, 8 de dezembro de 2007

Será que as pessoas não sabem mesmo dançar?
Dançar não pode ser desconstruir guitarras, teclados e caixas de ritmos em vez de ameaças permanentes e libertinas de destruição corporal?
Deixou-se de poder bater o pezinho e menear a cabeça?

O que se passa com a necessidade de ensinar ao corpo inadvertidamente um código coreográfico?

O que uma discoteca é não pode sê-lo mais?

Exemplos:

THE KILLERS: shadowplay
DURAN DURAN: nite runner
THE RAPTURE: whoo...alright! yeah!...uh-huh!
THE RAKES: all too human

5 comentários:

Anita disse...

estou convicta e sei k n sei dançar. kuando kiser aumentar a circulação dos pezinhos disponha. =p

My_Little_Bedroom disse...

Este "post-comentário" não era tanto sobre as coreografias, mas sim o que acaba por condicionar ou não uma música de dança: a eventualidade de ela poder ter uma coreografia.
Para ilustrar em perfeição a minha convicção, nada melhor que espreitar o vídeo de promoção àquele que foi o 2º single de promoção do novo trabalho dos Editors, ambos com o título "An End Has a Start".

Cheers...

O Astronauta disse...

Olha que belos exemplos. Qualquer um deles me faz abanar o esqueleto...mas sem qualquer coreografia! Nunca fui dado a coreografias! Nem na dança nem na vida!
Cheers.

clonixx disse...

Uma discoteca q passe the killers, the duran duran, the rapture e the rakes? qtas conheces? é q eu so conheço bares e de x em quando a Lux.Infelizmente é verdade, boa música ouve-se pouco e em poucos sitios...Entao no Norte.... Abraço, boa ano!

My_Little_Bedroom disse...

Clonixx: sê bem vindo! De facto, acho que seria até bem mais divertido, por vezes, remexer no passado ou abordar o presente de formas diferentes. Para todos. Felizmente conheço 2 sítios em Torres Novas mais ou menos alternativos, um deles um bar às vezes menos bem frequentado e o outro o "Trampolim Bar" onde já esteve o Astronauta a passar discos.

Em Lisboa, o problema de ires a bons sítios - porque eles existem, como sabes - como o Left, o Incógnito, o Lux, o Santiago Alquimista, o MusicBox ou a ZdB (agora menos activa) põe-se algumas vezes com o quão bem frequentados esses sítios possam ser a alguns dias da semana (ou mesmo do fim-de-semana).

Mesmo assim, gosto que em Lisboa haja tanta discoteca "podre" de passar sempre a mesma coisa e de ter sempre as mesmas pessoas. Como também sabes, as pessoas deste país tratam muito mal quer os artistas de cá, quer mesmo os de lá quando não cedem aos seus caprichos musicais mais íntimos. São, de qualquer das maneiras, espaços mal aproveitados as discotecas.

Era bom era quando vocês do Norte vierem cá dar um saltinho dizerem qualquer coisa para revitalizar o convívio à séria, por exemplo no Incógnito ou num jantar qualquer. O pior é, como sempre, as (in)disponibilidades pessoais.

Cheers...